A vida que ninguém vê

10/06/2011

O amor

Filed under: Karina Ribeiro — Karina Ribeiro @ 17:54
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Se houvesse um manual do amor, provavelmente, ele iria para a categoria auto-ajuda e não leríamos, ou se lêssemos questionaríamos 99% das orientações.

Por isso, acredito no jargão “vivendo e aprendendo”. Ou amando e aprendendo.

Se o amor fosse um game:

1ª fase: namoro = cursinho/ simulado

2ª fase: casamento = prova da FUVEST

3ª fase: alto valor agregado = referência

Medo? Não. Um detalhe interessante é que, neste caso, ninguém reprova!

E não ter um alto valor agregado ao seu relacionamento só significa que você é normal.

Mas nem tudo são flores e, sempre, há aqueles se cansam, pausam a relação ou vão empurrando com a barriga e perdem suas “vidas”, ou melhor, chances.

Antes de dar o “play” é preciso estar preparado, se é que isso é possível.

Há momentos em que será preciso se exercitar pra não se acomodar.

Acomodação = bruxa da branca de neve

Pode ser muito atraente, mas envenena a relação.

Acredito que precisamos cultivar o amor pouco a pouco.

Conhecer cada vez mais um ao outro,
E aceitar/ admirar o que o outro é, se isso for bom claro!

Escutar e procurar entender o que cada um diz, também é muito importante.

Até mesmo porque, se quiser alguém igualzinho a você, é fácil, apaixone-se olhando para o espelho.

Receita de bolo:

Ter paciência para superar os impasses.
Cumplicidade e confiança um no outro.

São ingredientes que dão a liga.

Com esse friozinho, coloque um pouquinho no forno para aquecer os corações.

Mas fique de olho e cuidado com a temperatura para não fritar sua relação!

Só mais uma dica:

Apaixone-se por ele(a) todos os dias, ou pelo menos tente!

Essa será a bússola que mostrará se está ou não no caminho certo…

Mas se não estiver não se desespere, abra os olhos…

O amor pode estar do seu lado!

Feliz Dia dos Namorados

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19/01/2011

Cheiro de mato

Filed under: Devaneios — Karina Ribeiro @ 13:13
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“Há uma estrada de pedra que passa na fazenda.

É teu destino, é tua senda.

Onde nascem tuas canções.

As tempestades do tempo que marcam tua história

Fogo que queima na memória

E acende os corações.

Sim, dos teus pés na terra nascem flores.

A tua voz macia aplaca as dores

E espalha cores vivas pelo ar.

Sim, dos teus olhos saem cachoeiras.

Sete lagoas, mel e brincadeiras.

Espumas, ondas, águas do teu mar.”

De onde é que vem esse cheiro de mato, de campo, de felicidade?

 

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