A vida que ninguém vê

19/12/2011

Quem acredita sempre alcança!

Filed under: Karina Ribeiro — Karina Ribeiro @ 12:43

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11/10/2011

Oração do tempo

Filed under: Karina Ribeiro — Karina Ribeiro @ 19:10
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És um senhor tão bonito
Quanto a cara do meu filho
Tempo Tempo Tempo Tempo
Vou te fazer um pedido
Tempo Tempo Tempo Tempo

Compositor de destinos
Tambor de todos os ritmos
Tempo Tempo Tempo Tempo
Entro num acordo contigo
Tempo Tempo Tempo Tempo

Por seres tão inventivo
E pareceres contínuo
Tempo Tempo Tempo Tempo
És um dos deuses mais lindos
Tempo Tempo Tempo Tempo
(Caetano Veloso)

Regravação belíssima de Luiza Possi

31/08/2011

Identidade ou prisão?

Filed under: Karina Ribeiro,Uncategorized — Karina Ribeiro @ 14:38
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“Ser catalogado, prisioneiro de um lugar e de uma competência, desfrutando da autoridade que proporciona a agregação dos fiéis a uma disciplina, circunscrito em uma hierarquia dos saberes e das posições, para finalmente usufruir de uma situação estável, era, para Foucault, a própria figura da morte. (…) A identidade imobiliza o gesto de pensar, prestando homenagem a uma ordem. Pensar, pelo contrário, é passar; é questionar essa ordem, surpreender-se pelo fato de sua presença aí, indagar-se sobre o que tornou possível essa situação, procurar – ao percorrer suas paisagens – os vestígios dos movimentos que a formaram, além de descobrir nessas histórias, supostamente jacentes, ‘o modo como e até onde seria possível pensar diferentemente’”…

Excelente texto de Eliane Brum, vale a pena a leitura!

Clique no link e leia o texto completo.

http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/noticia/2011/08/prisao-da-identidade.html

15/06/2011

Personal ou impessoal?

Filed under: Devaneios,Karina Ribeiro — Karina Ribeiro @ 19:13
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Segundo estudos na área, 55% da primeira impressão que as pessoas têm umas das outras está baseada em sua aparência e suas ações, 38% em seu tom de voz e 7% no que diz. Ou seja, somos criaturas visuais!

Não é a toa que a busca por atendimentos personalizados tem crescido exponencialmente.

E hoje em dia tem personal pra tudo:

  • Personal trainer: preparado para proporcionar saúde, estética, bem estar e auto-confiança aos seus clientes.

 

  • Personal stylist: que auxilia o cliente a encontrar seu próprio estilo, para que ele expresse com autenticidade seu verdadeiro “eu”.

 

  • Personal dancer: profissional que ensina seus clientes dançarem.

 

  • Personal chef: que ajuda a escolher o cardápio da sua casa.

 

  • Personal dieter: contratado pelas mães para ensinar os filhos a comer de forma saudável.

 

  • Personal florista: para ajudar as pessoas a cuidarem de suas plantas e decorar a casa com flores.

Ops, pera aí!

Então o mercado profissional que se expande no momento é o Personal quase tudo.

Tudo bem que – com a correria do dia-a-dia, o crescimento das mulheres no mercado de trabalho, as multi-tarefas diárias – algumas tarefas acabam sendo terceirizadas para simplificar a rotina. Mas se você tiver um personal pra tudo, muito em breve, não haverá mais a necessidade de se socializar, nem de exercitar a criatividade.

Mas criatividade pra que mesmo, se existe uma pessoa pra escolher suas roupas, suas flores, a decoração da sua casa, sua comida e até a educação alimentar de seus filhos?

Seguindo as tendências não tem erro, apenas corre-se o risco de ser uniformizado, padronizado, estereotipado, embalado, rotulado com impessoal.

Sim, impessoal!

E como diria um conhecido: “tudo em excesso é veneno”.

Por isso, cuidado por que com o Personal Planning – planejando, organizando, dirigindo e controlando sua vida – daqui a pouco de pessoal mesmo você só terá a respiração!

10/06/2011

O amor

Filed under: Karina Ribeiro — Karina Ribeiro @ 17:54
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Se houvesse um manual do amor, provavelmente, ele iria para a categoria auto-ajuda e não leríamos, ou se lêssemos questionaríamos 99% das orientações.

Por isso, acredito no jargão “vivendo e aprendendo”. Ou amando e aprendendo.

Se o amor fosse um game:

1ª fase: namoro = cursinho/ simulado

2ª fase: casamento = prova da FUVEST

3ª fase: alto valor agregado = referência

Medo? Não. Um detalhe interessante é que, neste caso, ninguém reprova!

E não ter um alto valor agregado ao seu relacionamento só significa que você é normal.

Mas nem tudo são flores e, sempre, há aqueles se cansam, pausam a relação ou vão empurrando com a barriga e perdem suas “vidas”, ou melhor, chances.

Antes de dar o “play” é preciso estar preparado, se é que isso é possível.

Há momentos em que será preciso se exercitar pra não se acomodar.

Acomodação = bruxa da branca de neve

Pode ser muito atraente, mas envenena a relação.

Acredito que precisamos cultivar o amor pouco a pouco.

Conhecer cada vez mais um ao outro,
E aceitar/ admirar o que o outro é, se isso for bom claro!

Escutar e procurar entender o que cada um diz, também é muito importante.

Até mesmo porque, se quiser alguém igualzinho a você, é fácil, apaixone-se olhando para o espelho.

Receita de bolo:

Ter paciência para superar os impasses.
Cumplicidade e confiança um no outro.

São ingredientes que dão a liga.

Com esse friozinho, coloque um pouquinho no forno para aquecer os corações.

Mas fique de olho e cuidado com a temperatura para não fritar sua relação!

Só mais uma dica:

Apaixone-se por ele(a) todos os dias, ou pelo menos tente!

Essa será a bússola que mostrará se está ou não no caminho certo…

Mas se não estiver não se desespere, abra os olhos…

O amor pode estar do seu lado!

Feliz Dia dos Namorados

25/03/2011

Criatividade

Filed under: Karina Ribeiro — Karina Ribeiro @ 15:08
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Um cachorrino, perdido na selva, vê um tigre correndo em sua direção. Pensa rápido. Vê uns ossos no chão e se põe a mordê-los. Quando o tigre está a ponto de atacá-lo, o cachorrinho diz:

– Ah, que delícia este tigre que acabo de comer!

O tigre para bruscamente e foge apavorado do cachorrinho, no caminho vai pensando:

“Que cachorro bravo! Por pouco não me come também!”

Um macaco, que viu a cena, vai atrás do tigre e conta como ele havia sido enganado. O tigre, furioso, diz:

– Cachorro maldito! Vai me pagar!

O cachorrinho vê que o tigre vem atrás dele de novo. Desta vez traz o macaco montado em suas costas.

“Ah, macaco traidor! O que faço agora?”, pensa o cachorrinho. Em vez de sair correndo, fica de costas, roendo os restos dos ossos, como se não tivesse vendo nada.

Quando o tigre está a ponto de atacá-lo de novo, o cachorrinho diz:

– Macaco preguiçoso! Faz meia hora que mandei me trazer outro tigre e ele ainda não voltou!

Foto retirada do blog Felipe Coury.

“Em momentos de crise, só a imaginação é mais importante que o conhecimento.” Albert Einstein

Clique aqui e saiba como treinar sua criatividade 😉

 

01/02/2011

Filosofia do sucesso

Filed under: Karina Ribeiro — Karina Ribeiro @ 13:36

“Se você pensa que é um derrotado,
você será derrotado.
Se não pensar: quero a qualquer custo,
não conseguirá nada.
Mesmo que você queira vencer,
mas pensa que não vai conseguir,
a vitória não sorrirá para você.

Se você fizer as coisas pela metade,
você será um fracassado.
Nós descobrimos neste mundo
que o sucesso começa pela intenção da gente
e tudo se determina pelo nosso espírito.

Se você pensa que é um malogrado,
você se torna como tal.
Se você almeja atingir uma posição mais elevada
deve, antes de obter a vitória,
dotar-se da convicção de que conseguirá
infalivelmente.

A luta pela vida, nem sempre é vantajosa
aos fortes, nem aos espertos.
Mais cedo ou mais tarde,
quem cativa a vitória é aquele que crê plenamente:
EU CONSEGUIREI.”

Napoleon Hill

04/01/2011

Dia de sorte

Filed under: Karina Ribeiro — Karina Ribeiro @ 13:25
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Aprendeu com sua avó e durante todo o ano carregou consigo um dinheirinho que não gastara por nada. Superstição, simpatia, o nome não importa! Tinham fé que com essa prática, nunca haveria de lhes faltar dinheiro.

Na carteira, entre outras notas, aquela era invisível. Mas o destino daquele valioso pedaço de papel estava traçado. Antes que o ano acabasse, deveria ser doado e, enfim, sairia da reclusão em que permaneceu durante todo o ano.

Estava pensativa, quando o sinal vermelho brilhou.

Do seu lado esquerdo viu se aproximar duas crianças, a maior estava munida com duas varetas e uma bola, equipamento para praticar o malabarismo e responsável pelas moedas que ganhariam e garantiriam seu sustento naquele dia.

Sem pensar, ela fechou o vidro e agradeceu, dipensando e impedindo o pobre menino de praticar seu ganha pão.

No segundo seguinte ela olhou para o menor: estava descalço, tinha as mãos sujas, um olhar triste e não aparentava tão pouca idade, camuflada pela pobreza e sofrimento recorrentes.

Sentiu uma tristeza!

Lembrou da nota e não teve dúvidas de que aquele seria um bom momento.

O sinal verde brilhou, ela olhou pelo retrovisor e viu que havia uma fila de carros aguardando sua partida, mas naquela hora não se importou. Chamou os meninos e entregou para o menor seu rico dinheirinho. A reação não foi costumeira!

Com os olhos arregalados, impressionado com o valor da nota, ele sussurrou: noooooooossa!

– Divida com ele!

– Deus te abençoe, feliz ano novo, muito obrigado…

Ela sorriu e partiu com uma sensação boa, mas desejou que não faltassem oportunidades para que todos pudéssem crescer e se desenvolver com dignidade.

07/12/2010

Cada um tem uma história

Filed under: Karina Ribeiro — Karina Ribeiro @ 20:38
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Final de ano, época de arrumação, preparação para o novo ano: limpa aqui, ajeita ali, tira daqui, volta a limpar. Não entendo essa necessidade de deixar tudo em ordem para a virada do ano, mas confesso que também a sinto!

Certa vez, organizando o velho porta bijouterias, percebi que haviam pares e pares de brincos que não usava a muito tempo e decidi que, se não usava não fazia sentido mantê-los guardados, então iria doá-los.

Prontamente, esparramei todos em cima da cama e comecei a separá-los: esses uso muito, esses pouco e esses não uso mais.

Mas além destes, haviam outros que não se encaixavam nestas categorias. Aqueles que, mesmo não sendo mais usados, passaram pendurados em minhas orelhas durante tanto tempo, estiveram comigo em cada momento, já escutaram cada uma, alguns ainda guardam o cheiro do meu perfume. Pareciam tão próximos, íntimos, pendurados em mim dividiram comigo tantas coisas, alguns segredos, beijinhos, desaforos, felicitações, fofocas, comentários inusitados e jamais esquecidos.  Como dispensá-los?

Ainda não estavam assim tão velhos, muitos deles me lembravam a adolescência. Claro que pendurados ainda embelezariam um bom par de orelha, mas a época deles já havia terminado e por um motivo ou outro, esse não combina com essa roupa, hum, esse não combina com esse penteado, esse não serve para essa ocasião. E assim descobri uma nova categoria, a das lembranças!

Brincos que me trazem lembranças, me lembram pessoas, situações, histórias, momentos, momentos que tive medo de não mais recordar se desses brincos me afastasse. Será? Pra que arriscar?

Então não hesitei e decidi manter todos por perto e em segurança no velho porta-bijouterias: os velhos brincos e as velhas histórias!

Os brincos da moda de 2011

23/11/2010

O calor do inverno

Filed under: Crônicas — Karina Ribeiro @ 19:50

Eram quatro e posicionavam-se próximos um ao outro. O que isso importa? Os momentos mais leves e prazerosos, durante um longo e duro dia de inverno, sucediam daí. Se estivessem separados, como quebrariam o gelo e enfrentariam os icebergs do dia-a-dia?

Nesta estação do ano, se fossem outros, talvez o clima não fosse tão agradável. Mas com eles não. Faça chuva ou faça sol o clima era sempre agradável. Pareciam ter o mesmo jeito, os mesmos valores e se as ideias não fossem as mesmas, no mínimo, se completavam.

Amigos? Talvez, embora tivessem pouquíssimo contato fora do ambiente gelado. Não faziam parte do mesmo iglu. Meninas – iglu X, menino A – iglu Y, menino B – iglu Z. Em alguns momentos congelavam juntos, mas na maioria das vezes não. Se fizessem um único grupo, com certeza, frio não passariam. Mas em iglus diferentes era mais divertido, assunto não faltava para as discussões sobre a temperatura ideal.

Por vezes, escapavam alguns risos e até gargalhadas. Os mais ranzinzas, com mais idade, aparentemente, não se importavam. Mas sempre davam aquela olhadela, meio de lado, querendo se esquentar no calor da conversação.

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