A vida que ninguém vê

19/01/2011

Cheiro de mato

Filed under: Devaneios — Karina Ribeiro @ 13:13
Tags: , , ,

“Há uma estrada de pedra que passa na fazenda.

É teu destino, é tua senda.

Onde nascem tuas canções.

As tempestades do tempo que marcam tua história

Fogo que queima na memória

E acende os corações.

Sim, dos teus pés na terra nascem flores.

A tua voz macia aplaca as dores

E espalha cores vivas pelo ar.

Sim, dos teus olhos saem cachoeiras.

Sete lagoas, mel e brincadeiras.

Espumas, ondas, águas do teu mar.”

De onde é que vem esse cheiro de mato, de campo, de felicidade?

 

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1 Comentário »

  1. Que lindo.
    Me lembrei do sítio qe temos á Poucas Horas aqui de Belém.
    Quando vamos chegando lá, aquele cheirinho de mato é bom demais,a chuva no fim da tarde.
    Seu post me fez voltar ao Tempo.
    Obrigada.

    Comentário por Roberta Meninéa — 20/01/2011 @ 18:50 | Responder


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