
Segundo a revista Veja, cientistas asseguram que o consumo é controlado pelo lado emocional do cérebro
É isso mesmo, a inteligência nesse caso é o que aproxima o produto do consumidor final. A embalagem deve satisfazer as necessidades específicas do seu público-alvo . Mecanismos de abrir e fechar, facilidades para transportar, manusear, enfim, o consumidor precisa olhar para o produto e pensar: “é exatamente isso que eu estava precisando”.
Mas a qualidade e a inteligência, embora juntas agreguem ainda mais valor à mercadoria, também não são suficientes para assegurarem as vendas sozinhas. É preciso mais!
A marca é um fator fundamental para estabelecer a relação com o cliente. Mas o que ela representa? Ela é destinada para qual público? O que ela agregará na minha vida? O que eu ganho com ela? Essas e tantas outras são algumas perguntas que o subconsciente dos consumidores fazem no momento de decidir entre as marcas X ou Y, por exemplo.
E para quem pensou que quem lucra com a compra é a empresa que recebe milhões e milhões com as vendas, está enganado! Quem mais se beneficia neste caso é o próprio consumidor, que além de ter inúmeras opções, tem o poder de escolher aquele que melhor se enquadra no perfil ou que mais valor agrega em relação ao status, qualidade de vida, preocupação ambiental, etc.
Mas atualmente, com o agigantamento do mercado – intra planetário –, o aumento da velocidade da informação com a plataforma virtual e a individualização do ser humano, “as empresas estão buscando cada vez mais gerir suas marcas com conjuntos de valores completamente diferentes”.
Ou seja, não basta ter qualidade, embalagem inteligente e uma marca que representa as classes K ou W. É preciso mais! Para o produto ser completo é preciso ter um diferencial. Os atributos funcionais como nome, logotipo e slogan ganham ainda mais força com os atributos emocionais.
Isso mesmo, emoção é a palavra da estação! A personificação da matéria – visível quando o essencial para alavancar as vendas é a identidade da marca. Agora além de inteligência, a identidade é o que transforma um Corn Flakes em ideal de vida!
A satisfação das necessidades básicas e comunicação ficaram em segundo plano, abrindo espaço para a identificação do consumidor com o produto e o diálogo entre eles.
Isso mesmo, diálogo. Afinal, quem não dá assistência perde a concorrência!