A vida que ninguém vê

o lado de lá

Detalhes… 25/10/2009

Arquivado em: Karina Ribeiro — Karina Ribeiro @ 16:15
Simplesmente felicidade

Simplesmente felicidade

Já parou pra pensar que a felicidade não está na totalidade das coisas… Particularmente, os detalhes são essenciais para consolidar a felicidade em muitos momentos da sua vida! Então, por que esperar que alguma coisa grandiosa aconteça para ser feliz?

Não seria maravilhoso se as pessoas pudessem se sentir completamente felizes em fazer o bem para o próximo?

E se soubéssemos entender que não existem pessoas melhores do que outras, pois todos possuem algumas habilidades específicas em que se destacam de alguma forma?

Ou ainda, se compreendessemos que escolher a minha, a sua ou a idéia do outro não é uma questão de ego e sim de inteligência em avaliar a melhor solução para determinada situação?

Momentos como fazer uma refeição em família, reunir bons amigos para jogar conversa fora, até mesmo, simplesmente tomar banho, se vestir, fazer uma atividade física, correr, andar, nadar…podem sim ser verdadeiros momentos de felicidade!

Para que esperar para ser feliz? 

A vida é agora! Encontre sua felicidade em todos os momentos.

Certa vez, ouvi dizer que Deus está nos detalhes…se for assim, pode ter certeza que a felicidade também está!

Felicidades para você.

 

Foge o irrecuperável tempo 21/07/2009

Arquivado em: Karina Ribeiro — Karina Ribeiro @ 03:35
Tags: , ,

Quanto tempo?relógio

Por que quando temos pressa ou estamos ansiosos temos a sensação de que algumas coisas demoram muito mais para acontecer do que usualmente?

Por exemplo, quando estamos atrasados para chegar a algum lugar por que o farol parece demorar? E o trânsito não quer ajudar?

Quando esperamos alguém ligar, o telefone insiste em não tocar.

Quando vamos nos encontrar o elevador parece não funcionar.

Quando temos que trabalhar o final de semana parece voar.

Quando estamos a viajar demoramos a chegar e voltamos em um piscar.

Quando queremos descansar o trabalho parece não acabar.

Quando temos fome a pizza demora a chegar.

Quando temos sono a noite acelera o dia a clarear.

E se temos insônia a noite custa passar.

Se não tenho o que escrever, continuo a enrolar…

E quanto ao tempo, como se comportará?

Se tiver com tempo, saiba mais. Clique aqui!

 

Triste realidade 06/07/2009

Arquivado em: Karina Ribeiro — Karina Ribeiro @ 22:40
Tags: , , , ,

Em um dia desses, em um congestionamento normal, estou escutando uma música, não me lembro qual. A melodia acaba e o locutor chama a atenção dos ouvintes para um comercial qualquer. Olho para meu lado direito, uma fila sem fim de carros. Olho para meu lado esquerdo, alguém embrulhado em um pedaço de pano dorme em cima de um papelão na guia da Avenida Tiradentes em São Paulo.

Foto tirada do celular na Av. Tiradentes em um dia qualquer

Essa parece uma cena do cotidiano, mas não resisti e registrei esse momento com uma foto. Depois de tirada, para minha surpresa, vi que em cima dessa pobre pessoa estava uma luz a brilhar. Seria um poste de luz? A lua? Ou o bom Deus a iluminar aquele sono sofrido de uma pobre pessoa?

Parei um segundo e pensei, estou aqui reclamando do trânsito, mas tenho um carro para dirigir. Estou reclamando do frio com a mudança brusca da temperatura, enquanto tenho um cobertor e uma cama quentinhos em casa. Estou reclamando, reclamando, reclamando…

Enquanto aquela pobre pessoa nada tem a reclamar, se tem frio só pede a Deus para amenizar, se tem fome pede ao próximo que o ajude, sofre calado e dorme sem questionar.

Às vezes nos esquecemos de olhar para o lado, pensamos em nossa vida, nossos problemas, olhamos para nosso próprio umbigo e deixamos de lado a realidade que nos rodeia. Tiremos o cabresto que a rotina colocou em nossa cabeça, para perceber que muitos reclamam sem precisar, enquanto outros apenas sobrevivem sem protestar.

 

O que o dinheiro não compra? 23/06/2009

Arquivado em: Karina Ribeiro — Karina Ribeiro @ 02:08
Tags: , , ,

Oi Karina,

Você não deve lembrar de mim, sou mais uma fã sua. Te mandei um depoimento pleo orkut da minha mãe e a gente ficou de conversar pelo msn, só que como nunca nos encontramos on-line, quis te mandar um e-mail pq por incrível que pareça, cada vez que entro no orkut da minha mãe e vejo suas atualizações, vejo o quanto você é especial e gosto mais de você.

Sou publicitária também, na verdade, me formei sexta-feira agora e consegui um emprego na terça passada em uma agência aqui no Rio mesmo, tô começando a trilhar meu caminho e realizar meu sonho.

Me identifiquei demais com você, confesso mesmo sendo super fã do Roberto Justus e apaixonada por publicidade, nunca acompanhei nenhum Aprendiz, e quando soube do universitário, não quis me inscrever porque eu morria de medo dele…hahaha.

E comecei a acompanhar lá pela nona tarefa e de cara você virou minha preferida, tanto que fui para o youtube e vi todas as tarefas e na boa, sem puxa-saquismo,você era a melhor disparada.

Vi em você, uma pessoa dedicada, focada,ética e acima de tudo, justa. Você me ensinou muita coisa, o jeito como você trabalhar em grupo e como você trata as pessoas, é mais do que admirável, em nenhum momento você demonstrou querer passar por cima de alguém, pelo contrário, fazia questão de mostrar que não queria julgar as pessoas, só estava fazendo o seu trabalho,dizer quem não contribuiu totalmente com a tarefa, a forma como você colocava sua opinião, demonstrava claramente a pessoa que você é, pelo caráter que você tem!

Você me ensinou muitas coisas de verdade, eu até vou fazer Jornalismo porque vi o quanto você é completa, e olha que o meu foco sempre foi em publicidade e até vou me inscrever no 7, mesmo achando impossível.rs

Queria te dizer isso tudo, eu fiquei muito decepcionada com o resultado final, queria matar o Roberto Justus, e olha que sou fã dele, sem querer desmerecer a Marina que mesmo não gostando dela, não a conheço para julgá-la. Você era sem dúvida alguma a melhor candidata.

Você fez a diferença da primeira a última prova, mostrou sua capacidade, e ainda por cima, conquistou o seu espaço. A vivo que não é boba nem nada, garantiu a equipe dela.rs*

Bom, é isso, teria mais coisas para falar, mas não vou ficar enchendo, queria mesmo que você soubesse que de verdade, eu admiro demais a Karina Ribeiro, finalista do Aprendiz 6 e que tenho certeza que você está apenas iniciando o seu caminho e que você vai muito,muito longe mesmo.

Sem sonhar muito, queria muito um dia trabalhar com você, porque pelo pouco tempo de profissional que tenho, contando os estágios, sei que pessoas como você, é muito raro.

Parabéns por ser quem você é! Quero ser como você quando crescer! rs*

Todo o sucesso do mundo para você!

Beijos

Vencer O Aprendiz 6 – 1 milhão + 10 mil por mês
Ser a 2ª colocada e fazer a diferença na vida das pessoas – NÃO TEM PREÇO!

 Tem coisas que o dinheiro não compra!

 

O que ninguém vê… 16/06/2009

Arquivado em: Karina Ribeiro — Karina Ribeiro @ 19:16
Tags: , ,
Mais que um reality show, uma lição de vida.

Mais que um reality show, uma lição de vida.

 

É fácil julgar as pessoas…

Questionar por que elas fizeram isso e não aquilo…

Dizer que elas estavam erradas e deveriam ter falado outra coisa do que o que foi dito…

Principalmente, quando estamos sentados no sofá assistindo a um reality show…

Particularmente, sou uma telespectadora de reality shows e sei como é fácil julgar as pessoas que estão participando…

Em um programa qualquer, desses onde as pessoas não têm mais nada pra fazer do que se exibir na acadêmia, na piscina, na jacuzi, na churraqueira é ainda mais fácil julgar…

Difícil é participar de um programa onde você está sendo testada e avaliada, não pelo público, mas por um dos mais reconhecidos empresários de comunicação no Brasil…

É fácil esquecer que está em programa de TV e dedicar-se inteiramente ao trabalho…

Difícil mesmo é ficar 4 meses confinada…

É dar o sangue por sua equipe e ter que abandoná-la no meio do jogo…

Difícil é fazer amigos e ter que ser, verdadeiramente, sincera para atacá-los na sala de reunião…

É suportar a pressão 24h por dia…

Difícil é ficar sem dormir por falta de tempo e quando sobra tempo, ficar sem dormir de preocupação…

É ficar sem comer para economizar a verba de produção para o evento e quando tem verba disponível não comer por falta de fome devido a preocupação…

Difícil é você sentir que tem alguém que confia em você e no seu potencial e decepcionar essa pessoa em algumas tarefas…

É sentir que vai ganhar e depois perceber que ainda não chegou a sua hora!

A verdade é que só quem viveu pode se atrever a julgar as pessoas que estão lá dentro… mas ainda assim, isso é difícil!

Cada um tem um jeito, uma personalidade, uma forma de trabalhar…

Trabalhar em grupo não é fácil!

Mas a vontade de ganhar, de crescer, de aprender com cada detalhe é muito maior…

E pra mim, as dificuldades sempre se transformam em desafios!

Experiência única e maravilhosa.

 

O mercado da emoção 19/12/2008

Arquivado em: Karina Ribeiro — Karina Ribeiro @ 13:30
Tags: , , ,
Compras
Segundo a revista Veja, cientistas asseguram que o consumo é controlado pelo lado emocional do cérebro

É isso mesmo, a inteligência nesse caso é o que aproxima o produto do consumidor final. A embalagem deve satisfazer as necessidades específicas do seu público-alvo . Mecanismos de abrir e fechar, facilidades para transportar, manusear, enfim, o consumidor precisa olhar para o produto e pensar: “é exatamente isso que eu estava precisando”.

Mas a qualidade e a inteligência, embora juntas agreguem ainda mais valor à mercadoria, também não são suficientes para assegurarem as vendas sozinhas. É preciso mais!

A marca é um fator fundamental para estabelecer a relação com o cliente. Mas o que ela representa? Ela é destinada para qual público? O que ela agregará na minha vida? O que eu ganho com ela? Essas e tantas outras são algumas perguntas que o subconsciente dos consumidores fazem no momento de decidir entre as marcas X ou Y, por exemplo.

E para quem pensou que quem lucra com a compra é a empresa que recebe milhões e milhões com as vendas, está enganado! Quem mais se beneficia neste caso é o próprio consumidor, que além de ter inúmeras opções, tem o poder de escolher aquele que melhor se enquadra no perfil ou que mais valor agrega em relação ao status, qualidade de vida, preocupação ambiental, etc.

Mas atualmente, com o agigantamento do mercado – intra planetário –, o aumento da velocidade da informação com a plataforma virtual e a individualização do ser humano, “as empresas estão buscando cada vez mais gerir suas marcas com conjuntos de valores completamente diferentes”.

Ou seja, não basta ter qualidade, embalagem inteligente e uma marca que representa as classes K ou W. É preciso mais! Para o produto ser completo é preciso ter um diferencial. Os atributos funcionais como nome, logotipo e slogan ganham ainda mais força com os atributos emocionais.

Isso mesmo, emoção é a palavra da estação! A personificação da matéria – visível quando o essencial para alavancar as vendas é a identidade da marca. Agora além de inteligência, a identidade é o que transforma um Corn Flakes em ideal de vida!

A satisfação das necessidades básicas e comunicação ficaram em segundo plano, abrindo espaço para a identificação do consumidor com o produto e o diálogo entre eles.

Isso mesmo, diálogo. Afinal, quem não dá assistência perde a concorrência!

 

A FOTO DO MEDO 12/12/2008

Arquivado em: Entrevistas — Karina Ribeiro @ 18:21
Foto de André Gardemberg

Foto de André Gardenberg

“Caminhar é um perigo e respirar é uma façanha nas grandes cidades do mundo ao avesso. Quem não é prisioneiro da necessidade é prisioneiro do medo: uns não dormem por causa da ânsia de ter o que não têm, outros não dormem por causa do pânico de perder o que têm. O mundo ao avesso nos adestra para ver o próximo como uma ameaça e não como uma promessa, nos reduz à solidão e nos consola com drogas químicas e amigos cibernéticos. Estamos condenados a morrer de fome, morrer de medo ou a morrer de tédio, isso se uma bala perdida não vier abreviar nossa existência.”

Esse trecho retirado do livro De Pernas Pro Ar – A Escola do Mundo ao Avesso de Eduardo Galeano mostra que o mundo em que vivemos está, de fato, de pernas pro ar. O público se transformou em massa, que alterou a publicidade, que ampliou as necessidades, que aumentou o consumo. Mas não reduziu a pobreza. Mais do que ser, hoje, importante mesmo é ter. Ter feijão no prato. Ter um carro importado. E lutar contra o medo da violência daqueles que não têm e matam pra ter.

Indignação? Não, ironia. Tomado pela apatia, o homem moderno é incapaz de protestar. Para proteger sua vida, é capaz de se excluir até, mesmo, deixar de viver.  Parece que o medo nos cegou e virou mesmo o mundo ao avesso.

Com um olhar focado nas estruturas que refletem isso, o fotógrafo André Gardenberg faz uma análise da nova estética dos grandes centros. Devido à violência, a sociedade numa tentativa de ser proteger, colocando grades em suas casas, prédios, condomínios, acabou aprisionando-se. O resultado dessa experiência foi à exposição Arquitetura do Medo.

Em entrevista por e-mail, o fotógrafo fala sobre seu trabalho, explica sua visão sobre o medo como mal do mundo moderno e revela que também tem seus medos. O primeiro deles, falar sobre sua idade.

Karina – Quantos anos você tem?

André GardenbergColoca uns quarenta e poucos (risos).

*A continuação desta entrevista será publicada na íntegra na revista Paradoxos, produção dos alunos do 6º semestre da faculdade de Jornalismo no Mackenzie.

Em breve aqui no blog!

 

O ESPÍRITO NATALINO 12/12/2008

Arquivado em: Crônicas — Karina Ribeiro @ 12:50
Tags: , ,

Em meados de novembro e dezembro tenho a sensação que a cidade fica mais colorida, o trabalho fica mais leve, as pessoas se preparam para as festas de fim de ano da empresa, com a família, organizam trocas de presentes com o tal do amigo secreto, programam suas férias, planejam viagens. Em geral, parece que as pessoas ficam mais alegres, solidárias, otimistas.

Quando eu era criança, esperava ansiosa por esta época do ano. Costumava visitar lugares conhecidos por suas belíssimas decorações natalinas. Lembro-me que no Jardim França, bairro nobre da zona norte de São Paulo, havia uma casa mais enfeitada que a outra.  Parecia que os moradores participavam de alguma competição. A cada ano uma novidade diferente: papai-noel escalando a chaminé, renas iluminadas no quintal, cascata de lâmpadas iluminando toda a casa.

Na minha rua, nos fins de tarde, os mais velhos colocavam suas cadeiras na calçada e ficavam sentados observando toda a movimentação dos vizinhos que decoravam suas casas com árvores e luzinhas de Natal, enquanto eu e outras crianças brincávamos, até tarde, de pique – esconde e corre – corre.

Desde aqueles dias não passou tanto tempo, mas o suficiente para mudar muitos daqueles costumes. Hoje, não moro mais naquela rua. Há quatro anos, devido a três assaltos consecutivos, eu e minha família nos mudamos para um desses condomínios fechado no pico da Serra da Cantareira, onde ninguém conhece ninguém.

No final do ano passado voltei a minha antiga casa. A rua estava vazia. Meus vizinhos, àqueles que sentavam na calçada, já não têm mais esse hábito. Assim como a idade chega para todos, nos dias de hoje, parece que a violência também. Por isso, as crianças não brincam mais na rua. E por conta dos roubos que ocorreram nos últimos anos, de adereços natalinos, as casas já não são mais enfeitadas.

Naquele bairro famoso, Jardim França, nem parecia Natal. Os moradores foram orientados pelos seguranças a não decorarem mais suas casas como antigamente. A cada Natal, as ruas iluminadas aumentavam os números de visitantes e de carros roubados no bairro. De repente, o Natal perdeu a cor.

Já estamos em novembro e posso observar as ruas cheias, assim como as lojas e os estacionamentos. O trânsito é intenso, assim como as atividades no trabalho. O corre – corre não é mais brincadeira. A festa de final de ano da empresa parece à oportunidade ideal para lamentar com os colegas as férias adiadas, o salário congelado e as crescentes responsabilidades atribuídas na sua carga horária de 24 h por dia no trabalho.

O amigo secreto virou amigo da onça e o Natal transformou-se somente em mais uma data para alavancar as vendas no mercado. Na minha cabeça fica uma dúvida. Será que todas essas coisas tenham realmente mudado ou só foi eu que cresci?

Natal

Esperança alimenta o espírito do Natal

 

VENDE MAIS POR QUE É FRESQUINHO? OU É FRESQUINHO POR QUE VENDE MAIS? 11/12/2008

Arquivado em: Crônicas — Karina Ribeiro @ 21:52
Tags: , , ,

Há alguns anos, artigo de luxo era ter um aparelho televisor em casa. Chateaubriand acertou na mosca. Com a chegada da televisão, os ouvintes de rádio transformaram-se em fiéis espectadores. Mesmo que fosse para acompanhar os inovadores programas de auditório da poltrona do vizinho.

As notícias foram do papel acinzentado do jornal, para as imagens em preto e branco da televisão. Os telejornais tinham a responsabilidade de manter seu público informado e entretido todas as noites. Agora já era possível desfrutar longas horas na frente daquela telinha, que num piscar de olhos se tornou um veículo de grande audiência.

Os anos foram passando. Novas técnicas foram aperfeiçoando a televisão, que já fazia parte da família brasileira. Luxo agora era reunir-se para acompanhar a veracidade que os noticiários, as telenovelas e os filmes de ficção traziam com o televisor colorido.

Num instante, a tecnologia transformou o mundo. E a TV também. Sua estrutura foi crescendo, crescendo. Quanto maior o número de polegadas, mais luxuosa. Sua forma arredondada foi esticando, esticando. Com o cristal líquido e a plasma, a tela plana também foi afinando, afinando. Quase como uma massa de modelar, a televisão virou um artigo de decoração, como um quadro pendurado na parede.

Com a modernidade, surgiu a falta de tempo. Aquelas longas horas na frente da telinha reduziram-se à brevidade das chamadas iniciais dos telejornais. Linda, grande e magra. Mas pendurada na parede sem ser notada.

Prevendo um final triste, algumas “pequenas” alterações já foram providenciadas. Tão pequenas, que hoje é possível levar sua TV no bolso e ainda acompanhar sua programação preferida de qualquer lugar. Portátil e interativa, a televisão nos aparelhos celulares, recentemente chegados ao Brasil, sem dúvida, conquistará o homem moderno. Resta saber se toda essa evolução ocorre por que não conseguimos mais viver sem a televisão, ou se ela não sobreviveria mais sem tanta audiência?

Inovação

Aparelho da Nokia já traz a novidade